Carne Barrosã - Denominação de Origem Protegida  
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Carne particularmente suculenta, tenra e fina, o que a torna apta para ser cozinhada com muito poucos condimentos. Em especial, a carne barrosã é consumida grelhada e em roast beef, devido à suculência, tenrura e ao seu sabor natural. As restantes peças têm aproveitamento em excelentes pratos da gastronomia local, nomeadamente assados no forno, cozidos à nortenha e à portuguesa, estufados, rancho, etc. São também particularmente apreciadas as tripas e as mãos, que são utilizadas na confecção das tripas à moda do Porto e do rancho nortenho, e ainda os escalopes de vitela à Barrosã.

Descrição

  • Carcaças de vitela, novilho e vaca, ou as peças delas provenientes, refrigeradas. A partir de animais da Raça Barrosã, inscritos no Registo Zootécnico ou no Livro Genealógico da Raça Barrosã, filhos de pai e mãe inscritos no Registo Zootécnico ou no Livro Genealógico da Raça Barrosã. Mantém a forma tradicional de maneio que confere à carne características organolépticas diferenciadas.
  • O uso da Denominação de Origem obriga a que a carne seja produzida de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações, o qual inclui, designadamente, a identificação dos animais, o saneamento e a assistência veterinária, o sistema de produção, a alimentação, as substâncias de uso interdito e as condições a observar no abate e conservação das carcaças.

Apresentação

  • Comercialmente pode apresentar-se em carcaças ou em peças acondicionadas em sacos ou recipientes plásticos. A rotulagem deve cumprir os requisitos da legislação em vigor, mencionando também a Denominação de Origem. A Carne Barrosã deve ostentar a marca de certificação aposta pela respectiva entidade certificadora.

História

  • O passado remoto desta raça pura e original no continente tem origem no tronco Mauritano, constituído por animais de tipo côncavo e brevilíneo. Estes animais poderão ter chegado a esta região através dos contactos que se estabeleceram com os povos do Norte de África, desde tempos anteriores à Nacionalidade (1143), tendo sido substituídos ao longo da história, por animais do tronco ibérico e Aquitânico nas restantes regiões do País, só tendo restado um núcleo no planalto Barroso, dando origem a esta raça.
  • No segundo quartel do século XIX, a raça atingiu o seu apogeu, sendo exportada para Inglaterra a partir do Porto. Neste século, sobretudo desde a segunda metade, tem-se assistido a uma progressiva contracção da área ocupada por estes animais devido, por um lado, à mecanização da agricultura, á substituição (no litoral do Entre Douro e Minho e na região em torno do Porto) dos efectivos por raças de aptidão leiteira e à introdução de culturas que levaram à redução das áreas de pastagem.

Área geográfica

  • A área geográfica de produção abrange os concelhos de Amares, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Terras do Bouro, Vieira do Minho, Vila Verde, Felgueiras, Paços de Ferreira, Arcos de Valdevez, Melgaço, Monção, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Paredes de Coura, Valença, Boticas e Montalegre.
 
  Boticas, 2009-04-24 17:13:27,  
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